O mundo de Albion

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As Forças Expedicionárias Reais

Apesar da incursão inicial em Albion ter sido tratada como um fracasso, ela conseguiu mostrar ao rei do Velho Mundo que Albion era rica em recursos naturais.

Iniciou-se uma segunda expedição para Albion e, dessa vez, não pouparam investimentos. Onde os primeiros colonos eram os condenados, criminosos e desesperados, com recursos limitados e equipamentos rudimentares, as Forças Expedicionárias Reais representam o melhor do Velho Mundo.

Eles chegaram a Albion há cinco anos e sua missão era simples: estabelecer uma base de operações na costa de Albion com duas finalidades. A primeira era proporcionar um lugar de aclimatação para futuras chegadas antes de se lançar ao desconhecido; a segunda era taxar essas novas chegadas e garantir um fluxo constante de moedas para os cofres do Rei. Discute-se qual dos dois objetivos era o mais importante.

Para realizar essa missão, as Forças Expedicionárias Reais delimitaram uma zona segura, murando uma parte de Albion. No seu lado da muralha, elas asseguravam a obediência às leis, fazendo com que os cidadãos que chegassem a Albion as respeitassem e a também a si próprios. Porém, importam-se muito pouco com o que acontece do outro lado.

Não é preciso dizer que a área que patrulham é completamente segura. Ainda há raposas, lobos, Hereges e Mortos-vivos esperando por quem se afaste demais das cidades.

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O Exército Real

Equipado de armadura brilhante e o orgulho de vestir o vermelho e dourado característico, o Exército Real representa o poder do Rei em Albion. Eles guardam a muralha, patrulham as áreas seguras e intervêm para aplicar a lei.

Embora não tenham receio de combater as facções hostis de Albion se for preciso, sua tática é empregar colonos para o trabalho mais perigoso; dessa forma, só é necessário pagar os que voltam.

O Exército Real tem uma presença significativa, porém não tem recursos para montar uma campanha sustentada em Albion. Nesse momento, a atenção do rei está fixa no Velho Mundo, enquanto Albion fornece recursos para abastecer suas campanhas em casa. Se isso mudará quando os relatórios da riqueza de Albion chegam aos ouvidos do Rei, ainda não se sabe.
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Os Artesãos Reais

Da grande muralha e das barracas usadas pelas Forças Expedicionárias Reais até as forjas e estátuas dos Fundadores, tudo é resultado do trabalho dos Artesãos Reais.

Quando chegaram, sua habilidade transformou partes de Albion. Recentemente, assumiram um papel mais de apoio aos novos artesãos que chegam de além-mar.

Com a tendência a permanecer nas cidades, os Artesãos Reais raramente presenciam os horrores de Albion e permanecem otimistas, desfrutando do desafio de civilizar as terras agrestes de uma distância segura. Se você cair em suas graças, eles podem fornecer as melhores ferramentas e equipamentos existentes no Velho Mundo.
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Os Procuradores Reais

Incumbidos de transportar bens por toda Albion e, quando possível, de lá para o Velho Mundo, os Procuradores Reais conseguiram frustrar os muitos bandidos e obstáculos naturais em seu caminho e também entregar as remessas a tempo.

Para os que podem pagar, não há companhia mais segura e rápida para se viajar.

Os Procuradores operam em várias rotas marítimas pela costa e também em caravanas que viajam pelas zonas seguras.
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Os Forrageiros Reais

Vestidos de cores mais pálidas que seus correlatos militares, os Forrageiros Reais foram os primeiros a explorar o litoral de Albion. Eles trabalham incessantemente para identificar novos recursos e direcionar outros a processá-los para explorar a terra o mais rápido possível.

Também influenciam o mercado de Albion, indicando o que tem mais procura atualmente no Velho Mundo.

Para os desejosos de assumir o risco, são polpudos os ganhos de quem se aventura nas áreas indomadas de Albion e vende aos Forrageiros os recursos lá encontrados.